Diante de um mercado recheado de filmes adaptados de livros Jogos Vorazes conseguiu, desde seu lançamento em 2012, se destacar e construir todo um novo estilo literário/filmográfico. Querendo ou não a série foi a responsável por trazer o estilo literário distópico de volta das cinzas, e falando em cinzas, na sexta estreou (especialmente no Brasil) a adaptação do segundo livro da série, que leva o nome de Em Chamas.
              Jogos Vorazes: Em Chamas chega aos cinemas com o dever e obrigação de continuar o enorme sucesso que seu antecessor reproduziu ao redor do mundo, sendo adaptado do melhor livro de toda trilogia não é de se estranhar uma grande onda de expectativas diante do filme e as expectativas só são atendidas e superadas a cada nova cena que se desenrola na tela.




         Após ser até considerado utopia, pelos fãs mais desesperados por material novo, ARTPOP chega aos ouvidos do grande público, depois da espera de quase 2 anos e meio desde o lançamento do confuso Born This Way e consegue agradar em quase todos os aspectos, sendo, sem sombra de dúvida, um dos melhores lançamentos do ano.

     Vincent, curta-metragem experimental com duração de 7 minutos, foi primeiro trabalho escrito e dirigido profissionalmente, em 1982, pelo diretor estadunidense Tim Burton. Burton é conhecido mundialmente por seus trabalhos de fotografia gótica e personagens excêntricos, os quais durante a narrativa apresentam-se como sujeitos deslocados e excluídos socialmente. Grande parte das obras deste diretor apresentam elementos autobiográficos de sua infância solitária e imaginativa, além de trazerem homenagens sutis aos seus ídolos, que muito viriam a influenciar o seu trabalho como diretor de cinema.




Dolfilander (Rastros de Ócio, A Pequena Jubarte) e Wilson (O Fantástico Mundo do Dr. Jack, Monstros Ectoplasmático da Dimensão Medo) estrelam essa comédia eletrocutante - uma aventura repleta de ação, drama, romance, vingança, sangue, tripas e fraturas expostas que você não vai conseguir esquecer. Após um acidente envolvendo um parafuso, o anti-herói Dolfilander entra numa espiral decadente de alcoolismo, sexo anônimo e edições raras de revistas alemãs de bondage, até que subitamente é transformado num super-humano capaz de partir crânios com as mãos e comer impressionantes 30 hambúrgueres em menos de uma hora. Fritas incluso.

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Enfim, depois desse título broxante, venho por meio deste post apresentar a vocês a nova saga da Editora Única, Saga Encanados! A saga começa com Veneno, que tem essa capa maravilinda <33 O livro conta a história da nossa querida Branca de Neve, só que com um clima mais ~sombrio~. Ainda não li, mas estou esperando a Editora me repassar e logo resenharei pra vocês! 


Depois de uma enorme sumida estou de volta pra divulgar os lançamentos do mês da Editora Prumo. Nesse mês a editora trás diversos títulos em vários estilos, buscando sempre agradar todos os públicos. Leia a sinopse dos livros a seguir e escolha o seu!

     Capitão América 2: O Soldado Invernal chega aos cinemas brasileiros em abril de 2014 e você provavelmente não foi o primeiro e não será o último a torcer a cara para esse título. Afinal, o que diabos é Soldado Invernal? Por que não colocaram logo Soldado Infernal ou Soldado do Inverno? Vamos combinar que “Capitão América: O Soldado do Inferno” é muito mais glamouroso, não é? 
     Só que o subtítulo do filme não é uma referência ao Capitão América...
     

           Antes de começar preciso confessar que sabia, quando escolhi esses dois filmes para fazer uma comparação, o grande desafio que teria pela frente. Getaway e The Bling Ring não possuem praticamente, ou totalmente, nada em comum. As histórias são bastante diferentes, cada uma com seus ingredientes, cada uma com sua identidade. Enquanto Getaway é um filme de ação carregado de clichês e explosões surreais, The Bling Ring é um drama um tanto envolvente e bonito de se ver. Mesmo sabendo de todas essas diferenças, resolvi tentar formar uma linha tênue entre os dois, não prometo que meu texto fará sentido, mas vou tentar o máximo expor minha opinião. 
           Vou começar com The Bling Ring, filme estrelado por Emma Watson (Harry Potter, As Vantagens de Ser Invisível) e dirigido por Sofia Cappola. Um dos poucos motivos que me chamou atenção para ver esse filme provavelmente foi o fato de ser um grande fã da Emma, mas ao decorrer do tempo o filme me chamou atenção com outros artifícios. Sua premissa é intrigante e chamativa, como jovens garotos conseguirão assaltar casas de famosos de uma forma totalmente “natural”? Baseado em fatos reais a história é um marco nos EUA, a gangue realmente existiu e aterrorizou dezenas de famosos durante um tempo no país.

Foi há quarenta anos, agora ele lembra muito bem. Quando os tempos ficaram difíceis e os pais decidiram que o quarto do alto da escada, que antes era dele, passaria a receber hóspedes. Ele só tinha sete anos. Um dos inquilinos foi o minerador de opala. O homem que certa noite roubou o carro da família e, ali dentro, parado num caminho deserto, cometeu suicídio. O homem cujo ato desesperado despertou forças que jamais deveriam ter sido perturbadas. Forças que não são deste mundo. Um horror primordial, sem controle, que foi libertado e passou a tomar os sonhos e a realidade das pessoas, inclusive os do menino. Ele sabia que os adultos não conseguiriam — e não deveriam — compreender os eventos que se desdobravam tão perto de casa. Sua família, ingenuamente envolvida e usada na batalha, estava em perigo, e somente o menino era capaz de perceber isso. A responsabilidade inescapável de defender seus entes queridos fez com que ele recorresse à única salvação possível: as três mulheres que moravam no fim do caminho. O lugar onde ele viu seu primeiro oceano.
Nota:

  Ressuscitando o Faixa a Faixa, trago comigo o mais novo integrante do blog. Brendo Canuto irá me ajudar a comentar sobre os dois mais novos álbuns do Justin Timberlake, eu falarei do The 20/20 Experience e ele do The 20/20 Experience part 2 of 2. O post ficou enormeeeeee, mas foi feito com muita dedicação pra vocês, espero que tenham paciência pra ler até o fim, com certeza valerá a pena.


            Finalmente aconteceu. Até demorou bastante, mas a Indústria Cultural enxergou a rentabilidade do mundo literário e conseguiu estender os seus dedinhos gordurosos até as páginas dos livros e impregnou tudo com gordura de fast food.
            Ou você nunca notou como os roteiros dos novos lançamentos são todos tão parecidos? Como as capas copiam umas as outras? Como tudo o que os autores querem agora é ser famosos? Como você, leitor, quer ser um escritor também? Não pense que é tudo um processo natural e que você é inovador por ter boas ideias que com certeza poderiam se tornar um livro de sucesso. Isso, meus amigos, é premeditado, e desde 1930 homenzinhos espertos estudavam esse terrível fenômeno.
            Seja bem-vindo ao obscuro mundo da Indústria Cultural (mas ei, você já está nele há bastante tempo sem sequer saber)!
         

             Em meio a ascensão do R&B nos últimos tempos, deixando o eletropop cada vez mais sem espaço no cenário musical, Katy Perry não se preocupou em divulgar hoje (30/09) uma nova música, chamada Walking on Air, que das previamente lançadas, o lead single Roar e Dark Horse, é a mais must listen.

               Distopia é novo preto, certo? Então, desde que o mundo é mundo, as distopias são escritas, mas de um tempo pra cá a coisa explodiu de uma forma quase inexplicável, mas e daí? Quem não ama né? rs Enfim, hoje venho dar 8 motivos pra vocês lerem uma das últimas distopias que li. O primeiro livro da trilogia, Legend, foi lançado em 2011 e o segundo, Prodigy, foi lançando esse ano. Escrito por Marie Lu (a galinha? n) e levemente inspirado na história de Jean Valjean e Javert de "Os Miseráveis", a história é extremamente cheia de ação, aventura e mistérios. Acompanhe agora os oito motivos pra você ler a história de Marie Lu:

1 – É uma distopia!
               Quer motivo melhor? Desde a ascensão de Jogos Vorazes, tanto nos cinemas quanto nas livrarias, esse estilo literário virou febre entre os adolescentes. Quem não ama uma distopia? Um governo absolutista, um jovem que inicia a rebelião contra o governo e a ascensão dos direitos iguais. Essa é a receita para todas as distopias e com a Trilogia Legend não é diferente!

      Eles já enfrentaram o Drácula e o Frankenstein (mas no final era só um metamorfo pirado), já foram abduzidos por aliens, já arrancaram a cabeça a Paris Hilton, já levaram um anjo virgem para conhecer os prazeres da carne em um prostibulo... E a coisa não correu muito bem. Os Winchester já trocaram de corpo com adolescentes, já viraram velhos, entraram no maravilhoso mundo da televisão, já viveram a vida dos atores que os interpretam, já beijaram um demônio – e ele fotografou o ato!, já cuidaram de um bebê monstro, conheceram o Pé Grande, viram a Sininho (mas nada de Peter Pan), e chamaram Robert Pattinson e Taylor Lautner de babacas.

      O que ninguém pode dizer é que os produtores da série Sobrenatural não tem senso de humor. Aquele show tem absolutamente ZERO limites! Confira o nosso TOP 5 dos episódios mais engraçados das oito temporadas.

Quando recebi esse livro sabia que iria gostar, ele tem um estilo muito admirado por mim: realista, cru e seco. Apesar disso faltou alguma coisa pra ganhar minhas cinco estrelas... Confira minha opinião completa sobre o livro da Susanna logo abaixo:

Quando a realidade torna-se brutal demais para uma garota de 18 anos, ela é hospitalizada. O ano é 1967 e a realidade é brutal para muitas pessoas. Mesmo assim poucas são consideradas loucas e trancadas por se recusarem a seguir padrões e encarar a realidade. Susanna Keysen era uma delas. Sua lucidez e percepção do mundo à sua volta era logo que seus pais, amigos e professores não entendiam. E sua vida transformou-se ao colocar os pés pela primeira vez no hospital psiquiátrico McLean, onde, nos dois anos seguintes, Susanna precisou encontrar um novo foco, uma nova interpretação de mundo, um contato com ela mesma. Corpo e mente, em processo de busca, trancada com outras garotas de sua idade. Garotas marcadas pela sociedade, excluídas, consideradas insanas, doentes e descartadas logo no início da vida adulta. Polly, Georgina, Daisy e Lisa. Estão todas ali. O que é sanidade? Garotas interrompidas.

               E ai leitores e leitoras! Trago hoje a parte dois das tendências do verão 2014, que foram apresentadas nas passarelas, mas vou trazer para vocês as que eu acho que iram realmente pegar, afinal nem tudo que sai na passarela dá para trazer para as ruas né.


Tropicalismo

               Para a moda tudo pode se tornar uma tendência, o Brasil possui um grande potencial para a moda, então porque não pegar aquilo que temos e transformar em moda? Foi o que a água de coco fez, marca brasileira de moda praia assinada por Liana Thomaz levou a temática brasileira para as passarelas. O tropicalismo já foi tendência para 2012 e agora volta para mais uma temporada.
               O Tropicalismo foi um movimento musical da década de 60, durante a ditadura militar. A era dos grandes Festivais de Música Popular Brasileira com produções artísticas que tinham engajamento político e social. O movimento mudou os padrões de comportamento e vestuário da época. Levando para a moda a cultura hippie, pop, futurista e psicodélica, resultando em uma moda com cores fortes e formas extravagantes, cabelos longos e rebeldes.

CUIDADO, esse post não morde, mas é selvagem, e pode conter spoilers para você que não leu o livro. Mas, caso goste de viver perigosamente, siga em frente.

             
Clary Fray (Lilly Collins) presenciou um misterioso assassinato, mas ela não sabe o que fazer porque o corpo da vítima sumiu e parece que ninguém viu os envolvidos no crime. Para piorar a situação, sua mãe desapareceu sem deixar vestígios e agora ela precisa sair em busca dela em uma Nova Iorque diferente, repleta de demônios, magos, fadas, lobisomens, entre outros grupos igualmente fantásticos. Para ajudá-la, Fray conta com os amigos Simon (Robert Sheehan) e o caçador de demônios Jace Wayland (Jamie Campbell Bower), mas acaba se envolvendo também em uma complicada paixão.



             Depois desse título nada super sensacionalista, venho expor minha humilde opinião sobre um dos maiores blockbuster desse ano. "Percy Jackson e O Mar de Monstros" chega aos cinemas com a grande, e talvez impossível, missão de salvar e prolongar a vida útil da saga baseada nos livros de Rick Riordan nos cinemas. Em 2010, quando chegava aos cinemas "Percy Jackson e Os Olimpianos: O Ladrão de Raios" éramos apresentados ao "novo Harry Potter".
               Não recebeu esse título só por ser dirigido pelo mesmo diretor dos dois primeiros filmes da saga do bruxinho, mas também por ambas as sagas compartilharem de vários aspectos em suas histórias. Se a comparação é justa? Sim, de certa forma. O filme tinha tudo pra fazer jus a denominação, mas nada deu certo. 
           Então, eis que, três anos depois somos apresentados a sequência do tão falado (mesmo que negativamente) filme de 2010. "O Mar de Monstros" é baseado na segunda aventura escrita por Rick Riordan e acompanha Percy e seus amigos em uma grande aventura através dos mares em busca do único objeto capaz de salvar o lar dos nossos heróis.

AVISO: Essa é a minha opinião, que pode vim a divergir totalmente da opinião dos outros blogueiros e do próprio blog. 

Olá galera, Agosto começando e como todo inicio de mês, hoje temos os lançamentos da  nossa parceira Editora Prumo. Nesse mês temos uma novidade: o lançamento da sequência de "Legend", aclamada distopia escrita pela Marie Lu. Então, vamos começar?

Primeiro temos Prodigy, a sequência de Legend, que por sinal estou muito animado para ler!

Prodigy – Marie Lu 
 Depois que um cataclismo atingiu o planeta Terra, extinguindo continentes inteiros, os Estados Unidos se dividiram em duas nações em guerra: a República da América, a oeste, e as Colônias, formadas pelo que restou da costa leste da América do Norte. June e Day, a menina prodígio e o criminoso mais procurado da República, já estiveram em lados opostos uma vez. Agora eles têm a oportunidade de lutar lado a lado contra o controle e a tirania da República e, assim, alterar para sempre o rumo da guerra entre as duas nações. Resta saber se estão preparados para pagar o preço que as transformações exigirão deles. Com direitos de adaptação para o cinema vendidos para a Temple Hill Entertainment, produtora da saga Crepúsculo, os livros da trilogia Legend figuram nas principais listas da mídia especializada norte-americana entre os livros mais quentes e imperdíveis do ano. Publicada em mais de 24 países, Marie Lu, que trabalhou durante anos na indústria de vídeo games, deixará os fãs de Jogos Vorazes, Divergente e Never Sky de queixo caído.

               Mais uma resenha pra vocês pessoal! (o blog ta virando um blog literário né? -q) Dessa vez vou falar sobre "Os Amores da Pantera" cedido pela Editora Prumo, nossa parceira. O livro é um pouco difícil de se entender e principalmente de se adaptar, mas no final tudo vale a pena. Leiam a sinopse e logo em seguida a resenha completa.

Os amores da Pantera, livro inspirado no argumento do próprio José Louzeiro para o filme homônimo, mostra toda a verdade oculta de um escândalo envolvendo paixão, sexo e dinheiro, que abalou a alta sociedade. Louzeiro, incansável jornalista, mostra-se ainda mais implacável com sua literatura corajosa e envolvente, presenteando o leitor brasileiro com o melhor da cultuada literatura de suspense. O Brasil sempre teve um Stieg Larsson e nunca soube. Já estava mais do que na hora de os leitores se darem conta disso.

Nota:


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